Segunda-feira, 17 de Junho de 2013

Irmandade do Éter #007: Gravidade
















Space: the final frontier. These are the voyages of the starship Enterprise.
Its five-year mission: to explore strange new worlds, to seek out new life and new civilizations, to boldly go where no man has gone before. 


Encontra-se publicada desde a passada quinta-feira a sétima composição do colectivo de autores «Irmandade do Éter», dedicada à "Gravidade".
Uma viagem espacial com Francisco Mateus, Hugo Pinto, Firmino Pereira, Francisco Amaral, Ricardo Mariano, Pedro Esteves e Nídio Amado.

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Alinhamento:

#Francisco Mateus
Star Trek – The Original Series Opening Theme
Mister-X – The Space Between Us
David Lynch & Alan R. Splet & Peter Ivers – In Heaven

#Hugo Pinto
Brian Eno – Always Returning
Icebreaker – Always Returning
Teen Daze – Always Returning

#Firmino Pereira
First Orbit – Trailer II
Trip The Light – Space / Orion
First Man in Space (Yuri Gagarin with the Vostok 1 Rocket, 1961)

#Francisco Amaral
Hol Baumann – Handwritten notes (ext.)
This Mortal Coil – Thais (ext.)
The Caretaker – A strairway to the stars (ext.)
Teen Daze – Always returning
The Caretaker – A strairway to the stars (ext.)
This Mortal Coil – Thais (ext.)
Texto: W.B. Yeats e Francisco Amaral

#Ricardo Mariano
Jon Hopkins – Abandon
Poema – A Journey Through The Moonlight de Russell Edson
David Sylvian – Where’s Your Gravity

#Pedro Esteves
John Tejada – Winter skies
(três momentos registados por Telma Esteves, no Japão)
Joly Braga Santos – Adagio non troppo

#Nídio Amado
Samples from 2001: A Space Odyssey
Gyorgy Ligeti – Requiem
Iko – Septieme (Beethoven)

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Tempo total: 00:58:48
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IdE #006 – Viagem
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Tempo total: 01:09:43

IdE #005 – Improvisação
Download: [MP3 | ZIP]
Tempo total: 01:30:15
Data de publicação: Segunda-feira, 27 de Agosto de 2012

IdE #004 – Descoberta
Download: [MP3 | ZIP]
Tempo total: 01:06:48
Data de publicação: Terça-feira, 01 de Maio de 2012

IdE #003 – Desafio
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Tempo total: 01:05:02
Data de publicação: Sábado, 11 de Fevereiro de 2012

IdE #002 – Salvação
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Tempo total: 01:22:18
Data de publicação: Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011

IdE #001 – Liberdade
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Tempo total: 01:10:42


Domingo, 16 de Junho de 2013

Hoje em SETÚBAL



Sábado, 15 de Junho de 2013

Rádio Mãos à Conversa


















Quatro alunas finalistas do curso de Jornalismo e Comunicação da Escola Superior de Educação de Portalegre criaram uma Rádio na Internet para surdos, onde tudo é traduzido para Língua Gestual Portuguesa, nomeadamente noticiários, concursos, histórias e músicas.

O projecto Rádio Mãos à Conversa apresenta-se como uma ideia inovadora e pretende quebrar barreiras da sociedade. Queremos estar perto de cada cidadão, queremos chegar a todos e transmitir informação da melhor maneira. Assim sendo, a informação tem de chegar a qualquer pessoa.

A Rádio Mãos à Conversa é um projecto elaborado por Carina Martinho Coelho, Francisca Cabedo Vasconcelos, Catarina Silva e Maria Sousa.

Ver & Ouvir aqui: http://radiomaosaconversa.uphero.com/
 
A primeira emissão de Rádio traduzida para Língua Gestual Portuguesa em Portugal foi realizada pela TSF em 2005, ao longo de 14 horas transmissão, incluindo os noticiários, o programa interactivo «Fórum» e um relato de Futebol.

Sexta-feira, 14 de Junho de 2013

A informação na RÁDIO
































Luís Bonixe [antigo companheiro da Rádio] esteve no passado dia 27 de Maio no programa «Prova Oral» na Antena3 – o fórum interactivo mais descomplexado da Rádio portuguesa – à conversa com os anfitriões Fernando Alvim e Xana Alves, para além da intervenção em directo de ouvintes via telefone e Facebook.

Ouvir aqui

Luís Bonixe é o autor do livro «A informação radiofónica - rotinas e valores-notícia da reprodução da realidade na rádio portuguesa», onde procura identificar momentos importantes da história recente do jornalismo radiofónico, assim como fazer a análise do noticiário das nove horas da manhã nas três principais estações nacionais que produzem informação: TSF, Antena 1e Rádio Renascença.
O livro «A informação radiofónica: rotinas e valores-notícia da reprodução da realidade na rádio portuguesa» resulta da tese de doutoramento de Luís Bonixe, docente e presidente da área científica de jornalismo, comunicação e tecnologias da informação da ESEP (Escola Superior de Educação de Portalegre). 

A rádio permanece como um instrumento de comunicação de extrema utilidade, mas isso não significa que o lugar que hoje ocupa seja exactamente o mesmo de outros tempos. Centrando-se no caso português e identificando os seus temas, protagonistas e formas de expressão, Luís Bonixe debruça-se nesta obra sobre uma rádio que se situa num momento híbrido, caracterizado pela coexistência da emissão hertziana e um conjunto de conteúdos disponíveis nas plataformas digitais.

A informação radiofónica - rotinas e valores-notícia da reprodução da realidade na rádio portuguesa.
Lisboa, Livros Horizonte 2012

Quinta-feira, 13 de Junho de 2013

Hoje em COIMBRA



Quarta-feira, 12 de Junho de 2013

Hoje na RADAR





















O programa «Álbum de Família» é hoje dedicado ao álbum de estreia dos portugueses Belle Chase Hotel.
Oriundos de Coimbra, os Belle Chase Hotel desde logo expuseram um frontman chamado JP Simões, vocalista principal e também compositor. Hoje em dia um dos músicos portugueses mais interessantes de seguir.
Corria o ano de 1998 e viviam-se em Portugal dias bem mais optimistas que os actuais, embora também nesse ano de Exposição Mundial em Lisboa se apregoasse aos quatro ventos que não estávamos em tempo de vacas gordas. É possível encontrar alguma dessa irónica contradição em vários temas de «Fossa Nova».
O programa «Álbum de Família» continua a realizar a rara proeza de transmitir na Rádio um disco na sua íntegra, contextualizando-o e anexando correspondente informação vital.

Na RADAR hoje às 14:00, Domingo ao meio-dia.
Apresentação de Tiago Castro.

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O que ele diz:

Estamos a precisar outra vez de uma revolução sexual, individual, mental; parece que toda a gente se esqueceu dessas conquistas, porque eventualmente tomaram muitos ácidos, e a parte mais conservadora da pós-libertação sexual e espiritual tentada por todo o mundo nos anos 60 e 70 deu azo a um contraponto de gente [extremamente] conservadora e esquemática, que acabou por fazer do mundo o que ele é agora. Nós ainda estamos um bocado nos anos 80. [Vivemos à mercê de] esquemas de engenharia financeira e gestão macroeconómica, onde as pessoas são secundárias, como se esta malta [no poder] estivesse farta dos pais que levavam demasiado a sério essas idiossincrasias e tivesse resolvido: isto é tudo gente maluca e eu vou é robotizar-me. Eu vejo os anos 10 como os novos 'the roaring sixties'".

JP Simões
In: BLITZ (Junho.2013) 

Hoje em MADRID



Terça-feira, 11 de Junho de 2013

Somos todos gregos



Segunda-feira, 10 de Junho de 2013

Agora é que se lembraram?
































O músico norte-americano de origem mexicana, Sixto Rodríguez, teve no início da década de 70 uma carreira musical sem sucesso e retirou-se do activo.
No entanto, as suas canções eram idolatradas na África do Sul, na oposição ao regime do Apartheid. Lá, os seus discos vendiam muito, mas o autor desconhecia esse facto.
Sixto Rodríguez esteve incógnito por muito tempo. Especulou-se sobre o seu desaparecimento. Dizia-se que tinha morrido súbitamente em palco, ou que se havia suicidado.
Afinal o autor da canção “Sugar Man” apenas era um cidadão anónimo em Detroit, operário, vivendo do seu parco salário, refugiado num pequeno apartamento.
Até que há algum tempo partiu-se ao seu encalço e foi naturalmente descoberto na rua, à janela de sua casa.
No ano passado o canal norte-americano de Televisão CBS fez uma reportagem sobre a redescoberta de Rodríguez no famoso programa «60 Minutes». Também em 2012 foi estreado o documentário «Shearching For Sugar Man». Venceu o Óscar de melhor filme no género documentário do ano e encontra-se agora em exibição em Portugal.
Uma história incrível, verdadeira e tocante.
É sempre tempo de se fazer a devida justiça ao artista e mais vale tarde do que nunca, mas agora é que se lembraram dele? Sixto Rodríguez está quase a completar 71 anos de idade e voltou aos palcos. Esteve anunciado no cartaz do Festival Primavera Sound deste ano no Porto, mas viria a cancelar a actuação.



Há dez anos passei na Rádio o tema “Sugar Man” de Sixto Rodríguez, estimulado por uma versão feminina do mesmo tema que estava a ter transmissão regular na RADAR. Não faltaram as habituais vozes do contra quando são colocados on Air temas musicais desconhecidos. Uma reacção habitual por parte da maioria avessa à descoberta do novo (não da novidadezinha).
Agora que é cool conhecer a música de Rodríguez, lembro-me das frases que muitas vezes ouvi nesta vida dedicada à Rádio, quando passava música desconhecida, no tempo anterior à implantação e massificação generalizada das playlists.
A passagem do Tempo não pára de nos surpreender e, curiosamente (leia-se: ironicamente), reencontro ao acaso algumas dessas pessoas que tanto clamavam sobre a "música esquisita" que divulgava na Rádio, nesses tempos de liberdade criativa. Encontro-as em alguns concertos desses mesmos artistas, outrora considerados “inaudíveis”, com o respectivo disquinho debaixo do braço, em busca de um autógrafo no final do espectáculo.
Como recorrentemente se ouve por aí, Karma is a bitch!

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O que eles dizem: 

A Rádio de autor acabou. Agora as criaturas que estão lá, estão lá como podiam estar a vender margarina. 

Rui Reininho
In: «Estranha Forma de Vida»
Antena1, Sábado 08 de Junho 2013

Domingo, 9 de Junho de 2013

Hoje em LISBOA
































ROLETA, uma comédia de Eric L. da Silva com encenação de Rosa Villa põe a nu as fragilidades humanas, reveladas por seis estranhos com um único amigo em comum. Perante a morte deste, um encontro "casual" vai levá-los a situações limite e fazê-los acreditar que nada têm a perder em jogar os jogos mais perversos. Um encontro alucinante que promete envolver o público num misto de emoções e gargalhadas.
Quando seis voláteis desconhecidos sem nada a perder se juntam para celebrar a vida de um amigo falecido, tudo que pode, vai correr mal, sobretudo quando as celebrações escalam à altura dos egos deles… Tudo que alguém pode fazer… É rir para não chorar. 
Segue-se uma noite de experiências quase morte que são, na verdade, experiências quase vida. Cada personagem vai questionar-se sobre os motivos para morrer (para viver?) e aceitam as regras de um jogo que vai mudar as suas vidas, literalmente.
Os nomes presentes em cartaz fizeram-nos elevar as expectativas. A interpretação dos actores, bem como a encenação, cenografia, desenho de luz, não desiludiram. Pelo contrário: Eric L. da Silva sai reforçado como autor e Sofia Arruda, a «caloira», está ao nível dos «veteranos» que com ela partilham o palco do Turim.
Roleta de Eric L da Silva, uma encenação de Rosa Villa, com interpretação de Eric L da Silva, Gonçalo Oliveira, Hugo Costa Ramos, Rosa Villa, Sofia Arruda e Sofia Nicholson e produção Spotlight Produções encontra-se em cena, no Teatro Turim, de quinta a domingo às 21h30, até 9 de Junho.


Por RUA DE BAIXO

Texto: Eric L. da Silva
Encenação: Rosa Villa – Assistente Encenação: Sofia Nicholson
Elenco: Eric L. da Silva, Gonçalo Oliveira, Hugo Costa Ramos, Rosa Villa, Sofia Arruda, Sofia Nicholson. 

reservas@teatroturim.com 

TEATRO TURIM  
Estrada de Benfica nº 723, 1500 Lisboa

Sexta-feira, 7 de Junho de 2013

A maravilhosa tarde de Sábado na Antena2










É por demais evidente que os exemplos dos programas de autor que se seguem apenas são possíveis de acontecer por haver um Serviço Público de Radiodifusão em Portugal.
Dois projectos distintos, mas de grande elevação intelectual e de qualidade indesmentível.
Os dois programas aqui representados reflectem o que de melhor se faz actualmente em termos de autoria radiofónica na rádio portuguesa. São, obviamente, dirigidos a um público culturalmente exigente e não muito vasto. Mas ninguém poderia ouvi-los se não existissem.
É por causa destes dois casos – e, felizmente, outros mais – que se deve defender de forma acérrima a existência do Serviço Público de Radiodifusão no nosso país. Tal condição nem deveria estar em causa, como de tempos a tempos volta a estar, como se um crónico fantasma da desaparição teimasse em assombrar o que de mais precioso e frágil se encontra nos éteres nacionais.
Estas pérolas devem ser indubitavelmente defendidas e preservadas.


Música Aeterna (14:00/16:00)
Programa de João Chambers

A cultura musical europeia pré-romântica, da qual não existe uma tradição interpretativa que tenha chegado até aos nossos dias de uma forma continuada.
Material discográfico de intérpretes que são simultaneamente musicólogos, aos quais devemos um dos mais fecundos movimentos artísticos do século XX.


Música do período renascentista no Século XVI.
Duas horas de viagem no tempo, através de música sem Tempo.
Em primeira audição moderna pelo Ensemble vocal Singer Pur, a antologia «Musica Nova» de Adrian Willaert, publicada na então sereníssima república Cidade Estado de Veneza, no ano de 1559.

Ouvir aqui (01 de Junho 2013) 


A Força das Coisas (16:00/18:00)
Programa de Luís Caetano

Livros, autores e editores. Uma celebração do gosto e da escrita
Música de Ryuichi Sakamato para o filme «Babel» de Alejandro Gonzáles Iñárritu. 
O Mundo tão longe e tão perto.


Emissão dedicada ao «Encontro Literatura em Viagem» em Matosinhos, cuja sétima edição ocorreu no último fim-de-semana do mês de Maio, com conversas soltas no auditório Municipal Florbela Espanca.
«A Força das Coisas» tem uma década de vida, celebrada este ano, no canal erudito da rádio pública. É, sem sombra de dúvida, dos melhores programas de Rádio dos últimos dez anos.
Duas horas de emissão dedicadas à Arte da Literatura.

Ouvir aqui (01 de Junho 2013)

Quinta-feira, 6 de Junho de 2013

Boas novas canções de 2012/2013

... que (quase) não passam na Rádio 

 

Melody's Echo Chamber – “Some Time Alone, Alone” (2012): 




 


James Blake – “Retrograde” (2013): 


 


Jacco Gardner – “Clear The Air” (2013): 




Depeche Mode – “All That's Mine” (2013): 



Quarta-feira, 5 de Junho de 2013

Hoje no PORTO




















Às 22:00

Domingo, 2 de Junho de 2013

Faz hoje 35 anos






















Faz hoje 35 anos que este álbum foi publicado
Como sempre acontece neste tipo de apreciações, não se saberá nunca se é ou não o melhor álbum de Bruce Springsteen (com ou sem a E Street Band). No entanto, é impossível fugir ao facto de este trabalho marcar um período de grande maturidade na escrita e ascenção criativa de Springsteen.
Se juntarmos «Darkness on the Edge of Town» ao precedente «Born to Run» e ao sequente «The River», encontraremos a trilogia perfeita do “Boss”. Colecção de discos notáveis soberbamente ladeados pelos dois álbuns editados em 1973 («Greetings From Asbury Park New Jersey» e «The Wild, The Innocent & The E Street Shuffle»), mais o inóspito e acústico «Nebraska» (1982) até à dimenção planetária de «Born In The USA» em 1984.
Acresce a todas estas obras as gravações contemporâneas de «Darkness on the Edge of Town» que ficaram excluídas da edição final e que apenas em 2009 veriam a luz do dia na incrível revelação intitulada «The Promise».
O álbum «Darkness on the Edge of Town» tem para mim a enorme relevância de ter sido através dele que ouvi pela primeira vez Bruce Springsteen. Corria ainda o ano de 1978 [ou já 1979], já na sua recta final quando, no então ainda muito embrionário FM Estéreo de um canal da RDP, escutei o tema título. Creio que apresentado por Luís Filipe Barros ou António Sérgio.
«Darkness on the Edge of Town» foi publicado no dia 2 de Junho de 1978.

Sábado, 1 de Junho de 2013

It was 46 years ago





















Grande parte da crítica especializada define o álbum «Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band» como o mais importante da História da Música Popular do século XX e o melhor disco de longa duração dos Beatles.
A opinião não é unânime, como nunca poderia ser em matérias tão subjectivas como estas, mas a verdade é que este disco dos quatro de Liverpool ficou na História e continua a fazer-se ouvir na Rádio um pouco por todo o mundo. E, desta vez, Portugal não é excepção.
O trabalho «Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band» dos Beatles foi editado faz hoje 46 anos, no dia 1 de Junho de 1967.

Hoje em LISBOA


















Festas de Lisboa até 30 de Junho. A Rádio está lá! 

Hoje no PORTO



Hoje na PÓVOA DE VARZIM



Sexta-feira, 31 de Maio de 2013

Hoje em LISBOA



Na RUM



Quinta-feira, 30 de Maio de 2013

Dead Can Dance em Portugal




















Os Dead Can Dance regressam hoje ao Porto para um concerto ao vivo no Festival Primavera Sound.
Estiveram esta terça-feira ao vivo no Coliseu dos Recreios em Lisboa e em Outubro passado estrearam-se em Portugal, na Casa da Música, também no Porto.
No passado fim-de-semana em Espanha, no retomar à Europa da actual digressão mundial, os Dead Can Dance concederam uma curta entrevista à SIC, em Barcelona.
Lisa Gerrard e Brendan Perry fizeram uma surpreendente revelação sobre Portugal.
Ver & ouvir aqui

Amanhã a revista BLITZ publicará uma entrevista a Brendan Perry.

Hoje, amanhã e depois no PORTO
































Quinta-feira, 30 de Maio:

PALCO OPTIMUS
James Blake (02h15)
Nick Cave & The Bad Seeds (23h35)
The Breeders performing Last Splash (21h00)
Merchandise (18h55)

PALCO SUPER BOCK  
Deerhunter (01h00)
Dead Can Dance (22h10)
Wild Nothing (19h50)
Guadalupe Plata (18h00)

Sexta-feira, 31 de Maio:

PALCO OPTIMUS
Blur (01h25)
Grizzly Bear (22h50)
Local Natives (20h00)
Memória De Peixe (17h55)   

PALCO SUPER BOCK
Four Tet (00h15)
Swans (21h10)
Neko Case (18h50)
Dear Telephone (17h00)

PALCO ATP
Fuck Buttons (03h25)
Hot Snakes (01h55)
Meat Puppets (00h25)
Shellac (23h00)
Mão Morta (21h30)
Daniel Johnston (20h00)
OM (18h30)
Ghostigital (17h25)

PALCO PITCHFORK
Julio Bashmore (04h00)
Glass Candy (03h00)
Do Make Say Think (01h25)
Metz (23h55)
Melody's Echo Chamber (22h20)
SVPER (21h00)

Sábado, 1 de Junho:

PALCO OPTIMUS
My Bloody Valentine (01h20)
Explosions In The Sky (22h45)
Dinosaur Jr. (20h20)
Manel (17h55)

PALCO SUPER BOCK
Liars (00h10)
Los Planetas (21h30)
The Drones (19h05)
The Glockenwise (17h00)

PALCO ATP
Headbirds (03h15)
Titus Andronicus (01h55)
Nurse With Wound (00h25)
White Fence (23h00)
The Sea And Cake (21h30)
PAUS (20h00)
Degreaser (18h30)
Roll The Dice (17h25)

PALCO PICTHFORK
The Magician (04h00)
Fucked Up (03h00)
Dan Deacon (01h20)
Savages (23h50)
Daughn Gibson (22h20)
L'Hereu Escampa (21h00)

Segunda-feira, 27 de Maio de 2013

LINHAS CRUZADAS #58

A Vida e a Arte do encontro na Música
Lisa Gerrard
& Brendan Perry
DEAD CAN DANCE 






















Em vésperas do regresso dos Dead Can Dance a Portugal para mais concertos, viagem até ao já longínquo ano de 1984, para redescobrir o tema de fecho do primeiro álbum da banda formada na cidade de Melbourne.
No álbum de estreia, homónimo, eram ainda notórias as heranças pós-punk que esteve na origem dos Dead Can Dance.

DOWNLOAD 

Os fundadores vinham de agrupamentos alternativos oriundos da Austrália e da Nova Zelândia.
Lisa Gerrard fez parte dos Junk Logic e dos Microfilm e Brendan Perry dos Scavengers e dos Marching Girls.
Apesar do trabalho primordial estar assente no rock alternativo, no primeiro álbum dos Dead Can Dance foram sendo lançadas as sementes fundamentais do que viria a ser uma carreira de mais de três décadas.
Prova disso é o final do alinhamento do primeiro registo gravado, o tema "Musica Eternal".














LINHAS CRUZADAS #58
Tempo total: 05:01
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Domingo, 26 de Maio de 2013

Hoje em COMACCHIO



Sábado, 25 de Maio de 2013

Hoje em MILÃO



Sexta-feira, 24 de Maio de 2013

A LUGAR COMUM apresenta:

COLLEEN (Fr)
http://colleenplays.org/

Sexta-feira 24 de Maio de 2013 às 22h30m
Salão Brazil – COIMBRA

































Após uma ausência de cinco anos, desde a edição do seu último trabalho "Les Ondes Silencieuses", a compositora Cécile Schott, mais conhecida por Colleen, regressa com um novo trabalho intitulado "The Weighing of the Heart". O muito aguardado retorno da violoncelista francesa, hoje residente em Espanha, promete alcançar um impacto em tudo semelhante ao clássico "The Golden Morning Breaks" (2005), segundo álbum de originais que recolheu uma unânime aclamação da imprensa especializada, tendo o site Pitchfork apontado Colleen como um nome ímpar e incomparável a quaisquer outras referências contemporâneas. À medida que o seu percurso foi evoluindo, procurou cuidadosamente afastar-se da dependência da utilização de laptops e samples que percorriam o seu primeiro trabalho "Everyone Alive Wants Answers", ao invés preferindo incorporar um vasto conjunto de instrumentos clássicos, como a harpa, o glockenspiel ou o cravo, elementos esses que ancoraram as suas composições a um passado distante, imprimindo-lhes uma marca distintiva.
Cinco anos volvidos, um novo elemento integra a equação sonora de Colleen: a sua voz. Também por esse motivo a expectativa e antecipação que se forma em torno de "The Weighing of the Heart" é enorme. Cécile Schott já veio declarar que não pretende ser singer songwriter, permitindo-se incorporar vocalizações desde que as mesmas não descaracterizem a dimensão instrumental da sua música.
É esta a proposta que Colleen trará ao palco do Salão Brazil, no próximo dia 24 de Maio (sexta-feira), ocasião para reencontrarmos um nome maior da última década e escutarmos uma das primeiras apresentações ao vivo do seu mais recente trabalho. 


Schott is unafraid to lay her sounds out absolutely nakedly, and in a time when production trickery and a few hours with Ableton can cover up pretty much any humanity, it’s refreshing to hear an artist moving entirely in the other direction. 
FACT

On a so-so day, she makes music that you feel privileged to hear, and on a good day she makes music that cleaves your heart in two. 
Boomkat

(...) a platter blessed with colour, charisma and charm that evokes comparisons with Joanna Newsom, Penguin Cafe Orchestra, Wailin' Jennys, Beth Orton and inevitably, given the sparse string-work here, Arthur Russell.
Flipside




Entrada geral: € 7,00
Entrada associados Lugar Comum: € 6,00
Local de venda: Salão Brazil, na noite do concerto, após as 21:15. 

A reserva das entradas poderá ser efectuada através do endereço geral@lugarcomum.pt (com indicação do número de bilhetes pretendido, nome, BI e contacto); as reservas podem ser feitas até às 18h da data do concerto, devendo ser levantadas no local do espectáculo entre as 21h15m e as 22h00m do dia do concerto, sob pena de perderem efeito.  




 
 

Quinta-feira, 23 de Maio de 2013

Hoje em LISBOA



Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

Hoje em LISBOA



Terça-feira, 21 de Maio de 2013

Esta semana na RADAR



















O espaço «Palco Radar» é esta semana preenchido com temas do álbum «In Concert» dos Dead Can Dance.
A banda formada na Austrália há mais de três décadas editou no mês passado este duplo registo ao vivo com actuações em palco da actual digressão «Anastasis Tour», iniciada em Agosto do ano passado e que regressa este Sábado à Europa.
Os temas de «In Concert» foram todos gravados na primeira fase da digressão mundial, no Canadá e nos Estado Unidos.
Para além de conter o alinhamento completo do álbum de originais «Anastasis», editado no Verão de 2012, «In Concert» também inclui alguns temas anteriores ao hiato da dupla Lisa Gerrard e Brendan Perry, compreendido entre 1999 e 2005. 
Os únicos inéditos são “Lamma Badda”, uma canção secular de idolatria romântico-arabesca, vocalizada em árabe e uma versão do clássico "Song to the Siren" de Tim Buckley, ambas interpretadas por Brendan.
De salientar ainda no alinhamento a primeira vez que o tema “The Host of Seraphim” foi interpretado ao vivo.
Há no entanto a lamentar a exclusão da velha canção grega “Ime Prezakias” que fez parte, pelo menos até agora, dos espectáculos da actual digressão mundial dos Dead Can Dance. Não foram apresentadas oficialmente razões para tal. Sabe-se, no entanto, que o tema “Cantara” está a ser ensaiado para ser incluído na segunda fase da digressão europeia nos meses de Maio e Junho.

RADAR 97.8 Lisboa
«Palco Radar»: de 2ª a 6ª feira às 07.45; 11.45 e 16.45.
Há edição compacta ao Sábado às 20.00.
Não está disponibilizada na Internet.

Segunda-feira, 20 de Maio de 2013

Esta semana na TSF





















A presidente do Hot Club de Portugal é a convidada desta semana no espaço «A Playlist» na Rádio Notícias, de segunda a sexta-feira, à hora do almoço.
A avaliar pelo primeiro dos cinco dias, Inês Cunha recupera nas suas escolhas musicais grandes clássicos norte-americanos. Standards do meio do século XX. E que bem que sabe ouvir estes temas.
Até ao final do ano passado ainda conseguíamos ouvir e conhecer magníficos exemplos deste tipo de música através do programa «A Menina Dança» de José Duarte na Antena1. Com o final desse espaço perdeu-se quase por completo a defesa de uma memória histórica que importa preservar mas que, agora na Rádio em Portugal, não tem como. É um espólio de grandiosa qualidade e beleza que vai cair perigosamente no total esquecimento, talvez para sempre.
Saudações radiofónicas a Inês Cunha por trazer de volta aos éteres nacionais vozes como Sarah Vaughan, Anita O’Day, Ella Fitzgerald e Bing Crosby.

«A Playlist» na TSF: 2ª a 6ª feira, das 13:00 às 14:00.
Compacto da semana Domingo das 23:00 às 00:00.
Também na Internet.

Domingo, 19 de Maio de 2013

Hoje em MANTEIGAS



Sábado, 18 de Maio de 2013

Esta noite em FERRARA



Segunda-feira, 13 de Maio de 2013

Made in Space













É considerado o primeiro videoclip feito no espaço, 47 anos depois da primeira versão da canção – a original (1966) – interpretada pelo Starman David Bowie (a edição em álbum foi publicada no dia 7 de Novembro de 1969).
Esta versão de “Space Oddity” made in space é da autoria do astronauta canadiano Chris Hadfield a bordo da Estação Espacial Internacional, onde permaneceu ao longo dos últimos cinco meses.
Durante esse período de tempo, o comandante Chris Hadfield foi enviando para a Terra mini-documentários didácticos e surpreendentemente esclarecedores sobre o que é viver com gravidade zero.
Um comunicador de excelência. E para quando emissões de Rádio em directo do espaço? 



And I'm floating in a most peculiar way
And the stars look very different today
Here am I sitting in a tin can far above the world
Planet Earth is blue and there's nothing I can do

Domingo, 12 de Maio de 2013

Ontem à noite no PORTO















O jogo jogado é dentro das quatro linhas, a festa é de quem ganha, a resignação é de quem perde e a indiferença é de quem não liga nada ao assunto.
À parte de tudo, isto é que já não:

Equipa da Antena1 agredida no exterior do Dragão
O repórter Fernando Eurico e o técnico Manuel Augusto, da Antena 1, foram impedidos de fazer reportagem no final do clássico. 

Ouvir aqui 

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O que eles dizem:

Ninguém me encomendou o sermão, mas precisava de desabafar publicamente. 

Não posso mais com tanta lição de economia, tanta megalomania, tão curta visão do que fomos, podemos e devemos ser ainda, e tanta subserviência às mãos de uma Europa sem valores.

Miguel Torga
(1993)


Sexta-feira, 10 de Maio de 2013

Hoje e amanhã em BENFICA



Hoje em AVEIRO



Quarta-feira, 8 de Maio de 2013

Hoje em BRAGA
































A influência dos Meios de Comunicação Tradicionais e Digitais na Sociedade Contemporânea  
Auditório do GNRation, às 21h30m.

Segunda-feira, 6 de Maio de 2013

LINHAS CRUZADAS #57

A Vida e a Arte do Encontro na Música
The Style Council
& Tracey Thorn 




















Os Style Council foram o projecto conjunto de Paul Weller e Mick Talbot.
Paul Weller, antigo membro dos saudosos The Jam, liderava desde 1983 este novo projecto, a par do também compositor e pianista Mick Talbot.
Oriundo(s) de Londres, este colectivo inglês – desfeito em 1990 – foi precursor de uma linha sonora sofisticada que combinava vários estilos numa saborosa simbiose entre Pop, Jazz, Bossa Nova e música orquestral.
Esta corrente musical britânica ganhou o nome informal de Lite-Jazz e teve outros artistas sobejamente conhecidos da indústria musical na década de oitenta, como por exemplo a cantora Sade Adou, os Working Week ou os Everything But The Girl.

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Justamente a vocalista dos Everything But The Girl, Tracey Thorn, foi convidada a dar voz à balada "The Paris Match", uma das delícias compostas por Paul Weller no segundo álbum dos Style Council, «Café Bleu», editado em 1984.

LINHAS CRUZADAS #57
Tempo total: 05:58
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Domingo, 5 de Maio de 2013

Hoje em LISBOA



Sábado, 4 de Maio de 2013

Hoje em BRAGANÇA



Sexta-feira, 3 de Maio de 2013

Hoje em VILA REAL



Hoje em ALHOS VEDROS






















Alhos Vedros é uma vila no concelho da Moita, na margem Sul do Tejo

Há já algum tempo que o tal blogue que dava um grande programa de Rádio não organiza uma das suas memoráveis (e muitas) noites revivalistas de 80. Eram no Porto ou em Vila Nova de Gaia.
Esperando que Mister Tarzan Boy regresse o quanto antes às investidas nostálgicas na cidade Invicta e tudo à volta, regressa agora a iniciativa de mais uma noite para nostálgicos da música e demais modus vivendi das décadas de setenta e oitenta.
Ficam as imagens em movimento de dois retratos da época através dos seguintes temas, vindos do Canadá e de França:

Martha and the Muffins – “Echo Beach” (1979): 


Desireless – “Voyage Voyage” (1987): 



Hoje em PORTUGAL





















A partir de hoje nas livrarias

- Temos vivido acima das nossas possibilidades? - Ana Cordeiro Santos
- Gerir um país é como gerir uma casa? - Ricardo Sequeiros Coelho
- O Estado deve ser gerido como uma empresa? - José Castro Caldas
- Temos de pagar a dívida? - Mariana Mortágua
- O desemprego é uma oportunidade? - Elísio Estanque
- Baixar os salários é o caminho para salvar a economia - Francisco Louçã
- Os direitos dos mais velhos estão a bloquear os dos mais novos? - José Soeiro
- O que faz falta é sermos empreendedores? - Luís Fernandes
- Há professores a mais e alunos a menos? - Nuno Serra
- Quem pode deve pagar mais pela saúde? - António Rodrigues
- A Segurança Social é insustentável? - Sílvia Ferreira
- O RSI é um estímulo à preguiça? - Paulo Pedroso
- A Cultura pode viver do mercado? - Catarina Martins
- Na escola de antigamente aprendia-se mais do que na de hoje? - Manuel Jacinto Sarmento
- No tempo de Salazar é que era bom? - Fernando Rosas
- Os ciganos é que não querem integrar-se? - Maria José Casa-Nova
- A culpa é dos políticos? - Manuel Loff
- Isto não vai lá com manifestações? - Miguel Cardina

Coordenação: José Soeiro, Miguel Cardina e Nuno Serra – Edições Tinta-da-china

Quinta-feira, 2 de Maio de 2013

Boas novas canções de 2013

... que (quase) não passam na Rádio


Billy Bragg – "No One Knows Nothing Anymore" (2013):


Phosphorescent – "Song For Zula" (2013):


Jim James – "A New Life" (2013):


Davendra Banhart – "Mi Negrita" (2013):



Quarta-feira, 1 de Maio de 2013

Hoje em ALVOCO DAS VÁRZEAS



















Esta (foto de Hélder Fonseca nas Cheias em Alvoco, em 1966) e outras fotografias podem ser vistas na exposição «Alvoco Antigo», presente na Biblioteca Pública da Fregueia de Alvoco das Várzeas, até hoje, das 15:00 às 18:00.
Alvoco das Várzeas fica no sopé da Serra da Estrela, no concelho de Oliveira do Hospital.

Terça-feira, 30 de Abril de 2013

Esta semana na Rádio
















O Dia Internacional do Jazz é celebrado hoje pela segunda vez
A UNESCO assinala esta data, dedicada ao estilo musical que pode "derrubar barreiras e simbolizar a paz e a unidade".
Ao logo de toda esta semana, a crónica diária «Cinco Minutos de Jazz» de José Duarte é dedicada ao álbum «360» do Quarteto José Dias.
O disco de estreia desta formação tem assim o merecido destaque no mais antigo apontamento musical da Rádio portuguesa. Serviço público sem mácula este, uma vez que a música Jazz continua a ser menosprezada pela generalidade das estações portuguesas de radiodifusão.

«Cinco Minutos Jazz» na Antena1, de segunda a sexta-feira às 03:55 e 21:55 (edição original).
Ouvir aqui 

O Jazz na «Rádio Crítica» (04 de Março 2012).

Hoje em BENFICA





















LÁPIS AZUL
Filme
Sessão única dia 30 de Abril às 21h30
TEATRO TURIM
Estrada de Benfica nº 723, 1500 Lisboa, Portugal

Sinopse
A história de um coronel da censura, viúvo que descobre que a mulher na sua ausência lia livros proibidos. Vai descobrir a mulher que não conheceu em vida através dos poemas que esta lia. Apesar dos poemas o influenciarem, o coronel vai manter-se fiel às suas convicções.
Um filme de Rafael Antunes com António Rama, Anabela Teixeira, Francisco Areosa, Manuel Cavaco e Rogério Samora. 























O que eles dizem:

A ditadura perfeita terá as aparências da democracia, uma prisão sem muros na qual os prisioneiros não sonharão sequer com a fuga. Um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão.

Aldous Huxley